quarta-feira, 15 de junho de 2011

A ação da amizade


Vez que outra, é bom nos determos, por alguns minutos, para refletir um pouco sobre a ação da amizade em nossas vidas.
A amizade é o sentimento que une as almas umas às outras, gerando alegria e bem-estar.
A amizade é suave expressão do ser humano que necessita intercambiar as forças da emoção sob os estímulos do entendimento fraternal.
Inspiradora de coragem e de abnegação, a amizade enfloresce as almas, abençoando-as com resistências para as lutas.
Há, no mundo moderno, muita falta de amizade!
O egoísmo afasta as pessoas e as isola.
A amizade as aproxima e irmana.
O medo agride as almas e as infelicita.
A amizade apazigua e alegra os indivíduos.
A desconfiança desarmoniza as vidas e a amizade equilibra as mentes, dulcificando os corações.
Na área dos amores de profundidade a presença da amizade é fundamental.
Ela nasce de uma expressão de simpatia e firma-se com as raízes do afeto seguro, fincadas nas terras da alma.
Quando outras emoções se enfraquecem no vaivém dos choques, a amizade perdura, companheira devotada das pessoas que se estimam.
Se a amizade fugisse da Terra, a vida espiritual dos seres se esfacelaria.
Ela é meiga e paciente, vigilante e ativa.
Discreta, se apaga, para que brilhe aquele a quem se afeiçoa.
Sustenta na fraqueza e liberta nos momentos de dor.
A amizade é fácil de ser vitalizada.
Cultivá-la, constitui dever de todo aquele que pensa e aspira, porquanto, ninguém logra o êxito, se avança com aridez na alma ou indiferente ao enlevo da sua fluidez.
Quando passam os impulsos sexuais do amor nos cônjuges, a amizade fica.
Quando a desilusão apaga o fogo dos desejos nos grandes romances, se existe amizade, não se rompem os liames da união.
A amizade de Jesus pelos discípulos e pelas multidões, dá-nos até hoje, a dimensão do que é o amor na sua essência mais pura, demonstrando que ela é o passo inicial para essa conquista superior que é a meta de todas as vidas e mandamento maior da Lei Divina.
Existe uma ciência de cultivar a amizade e construir o entendimento. Como acontece ao trigo, no campo espiritual do amor, não será possível colher sem semear.
Examine, pois, diariamente, a sua lavoura afetiva.
Irrigue-a com a água pura da sinceridade, do perdão, da atenção.
Sem esquecer jamais do adubo do amor, do carinho e do afeto.
Imite o lavrador prudente e devotado, e colherá grandes e precisos resultados.

sexta-feira, 10 de junho de 2011

BOLINHA MINHA LINDA.

O potencial de cada um.

Conta-se que, certa vez, os animais de uma floresta que estava sendo devastada pelos homens se reuniram para discutir os seus problemas. ou
Decidiram, após amplos debates, que a coisa mais importante a fazer seria criar uma escola.
Organizaram um currículo que objetivava desenvolver as habilidades de voar, saltar, nadar, correr e escalar. Todas consideradas necessárias e importantes para quem vive em uma floresta.
No entanto, apesar de terem utilizado métodos muito avançados, o desempenho dos alunos não foi dos melhores e a maioria conseguiu apresentar rendimento satisfatório em apenas uma ou duas habilidades.
O pato foi excelente em natação mas apenas razoável em voos e péssimo em corridas.
Para melhorar em corrida treinou tanto que gastou suas patas e não conseguiu nadar como antes, baixando seu aproveitamento em natação.
O coelho, que vinha se destacando em corrida, desde o início do curso, acabou sofrendo um colapso de tanto se esforçar para melhorar em natação.
A capivara, que nadava e corria muito bem, acabou se esborrachando ao tentar voar. O susto foi tão grande que ela ficou traumatizada e não conseguiu mais nem correr, nem nadar.
Os pássaros, por sua vez, protestaram, desde a criação da escola, porque a habilidade de cantar não estava incluída no currículo.
Para eles, o canto era de importância fundamental para a qualidade de vida na floresta.
Quando o currículo todo foi dado, o único animal que concluiu o curso e fez o discurso de formatura foi a enguia.
Não que ela tivesse maiores habilidades. Em verdade, ela não se esmerara em nada e conseguira fazer um pouco de todas as matérias mais ou menos pela metade.
Com certeza, ao imaginarmos uma capivara tentando voar ou um coelho se dedicando à natação, rimos da história.
Mas, se olharmos ao nosso redor, vamos nos dar conta de que, por vezes, agimos exatamente como os animais da escola da floresta.
É quando tentamos considerar todas as pessoas iguais, destruindo o potencial da criatura de ser ela mesma.
Assim é quando, na posição de pais, insistimos com nosso filho para que siga determinada profissão.
Ele adora dançar mas nós lhe dizemos que isso não lhe conferirá uma carreira de sucesso e insistimos para que abrace a profissão que toda a família segue.
Até mesmo porque ele deve dar continuidade à tradição ou assumir o negócio da família, logo mais.
Por isso é que algumas empresas de tradição, em determinado momento, passando a ser administradas por quem não tem potencial nem vontade para o tipo de negócio, acabam por desaparecer.
Ou então, a pessoa desenvolve as habilidades que lhe são exigidas, mas nunca será um profissional de qualidade. Isso porque não ama o que faz.
E se transformará em uma criatura frustrada, infeliz, sempre reclamando de tudo e de todos.
Pensemos nisso e passemos a valorizar mais a habilidade e o potencial de cada um.
Lembremos que a natureza é tão exuberante exatamente pelas diferenças que apresenta nos reinos mineral, vegetal, animal onde cada um é especial e desempenha, na Terra, a missão que o Divino Criador lhe confiou.

quarta-feira, 31 de dezembro de 2008

segunda-feira, 22 de dezembro de 2008

Reflexäo



Há dois mil anos, houve Alguém na face da terra que amou a humanidade como jamais ninguém amou. Há dois mil anos houve Alguém que conhecia e respeitava as leis da vida, e para aqueles que O chamaram de subversivo Ele respondeu: "eu não vim destruir a lei, mas dar-lhe cumprimento." Há dois mil anos houve Alguém que sabia que a humanidade se debateria em busca de soberania e poder e se precipitaria nos despenhadeiros das guerras cruéis e sangrentas, causando dor e sofrimento. Por isso Ele disse: "minha paz vos deixo, a minha paz vou dou." Há dois mil anos houve Alguém que adivinhou que você, como indivíduo, deveria caminhar em busca da própria felicidade, e que, embora rodeado de pessoas, haveria momentos em que a solidão o visitaria. E por isso Ele falou: "nunca estareis a sós." "Vinde a mim" Há dois mil anos houve Alguém que sabia que na escalada para Deus, em alguns momentos você se sentiria meio perdido, sem saber ao certo que caminho seguir. Foi por essa razão que Ele disse: "eu sou o caminho." Há dois mil anos houve Alguém que conhecia as fraquezas humanas e entendia que densas nuvens se abateriam sobre as consciências dos seres, fazendo-os perder-se na noite escura dos próprios desatinos. Por isso Ele falou: "eu sou a luz do mundo". Há dois mil anos houve Alguém que conhecia a intimidade das criaturas, adivinhava-lhes as angústias e as incertezas, sabia que muitas seriam as derrotas e que, depois do cansaço das lutas inglórias, buscariam uma rota segura. Por essa razão Ele disse: "eu sou o caminho, a verdade e a vida." Há dois mil anos, houve Alguém que compreendia a fragilidade dos seus tutelados, que facilmente se deixariam levar pelo brilho das riquezas materiais e escorregariam nas armadilhas da desonra e da insensatez. Por essa razão Ele advertiu: "de nada adianta ao homem ganhar a vida e perder-se a si mesmo." Há dois mil anos houve Alguém que conhecia a indocilidade do coração humano, que se tornaria presa fácil da prepotência e se comprometeria negativamente com os preconceitos e a soberba em nome de Deus, criando cadeias para a própria alma. E com ternura afirmou: "conhecereis a verdade e a verdade vos libertará." Há dois mil anos houve Alguém que amou a humanidade como ninguém jamais amou... E por saber que na intimidade de cada ser humano há uma centelha da chama divina, Ele disse: "brilhe a vossa luz." E por conhecer a destinação de todos nós, falou: "sede perfeitos." Conhecedor da nossa capacidade de preservar e dar sabor à vida, afirmou: "vós sois o sal da Terra." Há dois mil anos houve Alguém que amou tanto a humanidade que voltou, após a morte, para que tivéssemos a certeza de que o túmulo não aniquila os nossos amores. E esse Alguém não impôs nada a ninguém. Deixou apenas um convite: "quem quiser vir após mim, tome a sua cruz, negue-se a si mesmo, e siga-me." Esse Espírito ficou conhecido na Terra pelo nome de Jesus, o Cristo. Habita mundos sublimes, onde a felicidade suprema é uma realidade, e mesmo assim continua amparando e socorrendo Seus irmãos, independente de crença, raça, posição social ou cultura, pois como Ele mesmo afirmou: "nenhuma das ovelhas que o Pai me confiou se perderá." Os dias passam tão rapidamente que nem nos damos conta, e já é Natal outra vez... E de Natal em Natal, chegamos ao último Natal do século, ao último Natal do milênio... Por essa razão vale a pena meditar, com seriedade, sobre os ensinos que esse Alguém nos deixou, há dois mil anos...

segunda-feira, 20 de outubro de 2008

We are the champions



Informação geral
Nome completo Faroukh Bommi Bulsara
Data de nascimento 5 de Setembro de 1946
Apelido Freddie
Origem Stone Town
País Zanzibar
Data de morte 24 de Novembro de 1991 (45 anos)(Londres)
Gêneros hard rock, heavy metal, pop rock
Instrumentos vocal, piano, teclado e guitarra
Período em atividade 1958 - 1991
Afiliações Queen (1970-1991)
Data de morte 24 de Novembro de 1991 (45 anos)(Londres)

Biografia

Freddie Mercury, nome artístico de Farokh Bommi Bulsara, (Zanzibar, 5 de Setembro de 1946Londres, 24 de novembro de 1991) foi o vocalista da banda de rock britânica Queen. É considerado pelos críticos[1][2] e por diversas votações populares[3][4] como um dos melhores cantores de sempre e com uma das vozes mais conhecidas do mundo
Freddie Mercury nasceu na cidade de Stone Town, na ilha Zanzibar, à época colônia britânica, hoje pertencente à Tanzânia, na África Oriental. Seus pais, Bomi Bulsara e Jer Bulsara, eram indianos de etnia persa. Mercury foi educado na St. Peter Boarding School, uma escola inglesa perto de Mumbai, na Índia, onde deu seus primeiros passos no âmbito da canção, ao ter aulas de piano. Foi na escola que ele começou a ser chamado "Freddie" e, com o tempo até os seus pais passaram a chamá-lo assim.
Depois de se formar em sua terra natal, Mercury e família mudaram-se em 1964 para a Inglaterra devido a uma revolução iniciada em Zanzibar. Ele tinha dezoito anos. Lá diplomou-se em "Design Gráfico e Artístico" na Ealing Art College, seguindo os passos de Pete Townshend. Este conhecimento mostrar-se-ia útil depois de Freddie projetar o famoso símbolo da banda.
Algo que poucos fãs sabem é que na escola de artes em que se bacharelou, Freddie era conhecido como um aluno exemplar e muito quieto. Tinha uma personalidade bastante introspectiva. Concluiu os exames finais do curso com conceito A. Possui uma série de trabalhos em arte visual, hoje disponíveis em alguns sítios na internet.
Na faculdade ele conheceu o baixista Tim Staffell. Tim tinha uma banda na faculdade chamada Smile, que tinha Brian May como guitarrista e Roger Taylor como baterista, e levou Freddie para participar dos ensaios.
Em abril de 1970, Tim deixa o grupo e Freddie acaba ficando como vocalista da banda que passa a se chamar Queen. Freddie decide mudar o seu nome para Mercury. Ainda em 1970 ele conheceu Mary Austin, com quem viveu por cinco anos.Foi com ela que assumiu sua orientação sexual (Freddie era bissexual),e os dois mantiveram forte amizade até o fim de sua vida.
No visual de Freddie ha uma mudança que nao deixa de ser notada,se na era Glam de 70 o cabelo cumprido,eyliner preto, unhas pintadas ,os «maillotes» de bailado e sapato de tacão alto eram moda,estes iriam dar lugar a uma postura mais «macho»:cabedal preto,chapeu de policia,cabelo curto e meses mais tarde bigode,esta seria a sua imagem de marca na premiscua decada de 80.
Mercury compôs muitos dos sucessos da banda, como "Bohemian Rhapsody", "Somebody to Love", "Love Of My Life" e "We Are the Champions"; hinos eloqüentes e de estruturação extraordinária, particulares e sempiternos.Suas exibições ao vivo eram lendarias,tornando-se imagem de marca da banda,o avontade com que freddie dominava as multidões e os seus improvisos vocais envolvendo o publico no show,tornaram as suas turnês num enorme sucesso,tanto na decada de 70 mas principalmente enchendo estadios de todo o mundo nos anos 80.
Lançou dois discos solo, aclamados pela crítica e público.Em 1991 surgiam rumores que Mercury estava com AIDS,que se confirmaram em uma declaração feita por si mesmo em 23 de novembro um dia antes de morrer,vindo a falecer na noite de 24 de novembro de 1991 em sua propria casa, chamada de Garden Lodge. Sua morte causou repercussão e tristeza em todo o mundo. A casa de Freddie Mercury, passada por testamento à sua ex-namorada, Mary Austin, recebeu muitos buquês de flores na época, e continua a receber até hoje.
Em 25 de novembro de 1992 foi inaugurada uma estátua em sua homenagem, com a presença de Brian May, Roger Taylor, da cantora Montserrat Caballé, Jer e Bomi Bulsara (pais de Freddie) e Kashmira Bulsara (irmã de Freddie) em Montreux, na Suíça, cidade adotada por Freddie como seu segundo lar.
Os membros remanescentes dos Queen fundaram uma associação de caridade em seu nome, a "The Mercury Phoenix Trust", e organizaram em 20 de abril de 1992, no Wembley Stadium, o concerto beneficente "The Freddie Mercury Tribute Concert" para homenagear o trabalho e a vida de Freddie.
O cantor também foi conhecido pelo pseudônimo de Larry Lurex e pelo apelido Mr. Bad Guy.
Freddie Mercury era proprietário da voz, quem sabe, mais lírica - ou, se preferir, forte - de todos os tempos, chegando provavelmente a superar Elvis Presley e John Lennon. Contam alguns que, durante as gravações do álbum 'Barcelona'', Freddie desafiou Montserrat Caballé,a cantora lírica mais conhecida no mundo, para ver quem possuía maior fôlego. Mercury venceu com uma grande vantagem. Em 1992 dão-se os jogos Olímpicos de barcelona, ano depois da morte de Freddy Mercury, nos quais Montserrat Caballé (cantora lírica Espanhola - Barcelona) intrepreta a famosa canção "Barcelona", gravada em 1988, num dueto virtual com o cantor falecido dia 24 de Novembro de 1991. Ainda hoje todos recordam o cantor e é recordado como um marco histórico para a História da música.

Discografia Solo
Mr. Bad Guy (1984)
The Great Pretender (1987)
Barcelona (álbum) (1988) (com Montserrat Caballé)
The Freddie Mercury Album (versão americana) (1992)

Curiosidades
Freddie Mercury por toda sua vida nunca soube dirigir qualquer automóvel.
Freddie Mercury tinha uma paixão peculiar por gatos. Essa paixão era tão exagerada que, durante o intervalo de gravações do álbum Innuendo, ele apresentou uma música em homenagem a sua gata, Delilah (Dalila). O problema é que o baterista, Roger Taylor, não gostou da música e saiu do estúdio, só voltando no dia seguinte. Mesmo assim, a música "Delilah" foi gravada.
Seu maior sonho era cantar ao lado de Montserrat Caballé,realizando-o em 1988, com o álbum Barcelona.
No anime chamado Sakigake!! Cromartie High School há um personagem chamado Freddie, uma paródia com vocalista da banda Queen.
Freddie também aparece no anime e mangá Beck - Mongolian Chop Squad, em sonhos tidos pelos protagonistas dos mesmos.
Freddie nunca casou-se com Mary Austin, foram apenas namorados. Mesmo depois de terminarem, continuaram grandes amigos. Grande parte de sua herança foi destinada a ela.
Tambem morreu no mesmo dia o baterista da banda Kiss, Eric Carr.
A Banda jamais viajava junto de avião. Dos quatro integrantes, viajam de dois em dois em aviões separados, pois se o avião caísse, a banda poderia continuar com os outros dois integrantes.
Freddie Mercury, fundador da primeira banda de sucesso, o Queen, nasceu na Cidade de Pedra de Zanzibar. Não há nenhuma estátua ou menção que homenageie ele.

Bairro

A Ilha de Zanzibar em si não tem muita história para contar, tudo de interessante sempre acontece nas cidades de pedras construíudas assim para resistirem as intensas explosões que frequêntemente ocorrem na cidade.
Por ter milênios de idade muita gente já passou por essa cidade, ela já foi posse de mais de 7000 países, reinos, tribos e condados diferentes. Porém os povos que mais curtiram essa cidade foram árabes, persas e indianos. Em uma data não registrada, o Grandioso Sultão Seyyid Barghash, o Gordo decretou que tudo que lembrasse ou fosse europeu nas Cidades de Pedras, tinham que ser expurgados, demolidos e riscados da história.
Até a pouco tempo as Cidades de Pedra eram território do rico Império de Omã, mas eles venderam tudo para a Tanzânia por apenas 2 barras de ouro, talvez para se verem livres das obrigações, de manter limpa essa favela.